Basta olhar o último mês de março
para perceber que a governança do poder digital passou a ocupar o centro do
debate público. Considerando apenas o que ocorreu no Brasil, o ECA Digital
entrou em vigor, com novas exigências para as plataformas e maior proteção a
crianças e adolescentes. Na Câmara, uma comissão aprovou um novo projeto sobre
regulação da inteligência artificial (IA), enquanto segue em tramitação o texto
mais abrangente já aprovado pelo Senado. E o TSE definiu as regras para o uso
de IA nas eleições de 2026.
Esses fatos apontam para uma das questões centrais do nosso tempo: o papel decisivo que as plataformas digitais e a inteligência artificial passaram a exercer na vida coletiva. Em meu novo livro, A humanidade e o poder digital: impactos da IA sobre nosso futuro, lançado neste mês, examino como a ascensão desse novo ator e dessa tecnologia marcante deu origem a uma configuração de poder capaz de reorganizar a economia, afetar o trabalho, remodelar a esfera pública e tensionar a democracia.
Texto publicado, Revista Época Negócios, segue link: Quem irá controlar o poder digital.
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