Hospitais, clínicas e laboratórios têm se tornado alvos frequentes de ataques cibernéticos no Brasil e no mundo, já que lidam com grande volume de dados pessoais sensíveis, altamente valiosos para criminosos e usados em fraudes e extorsões.
O setor registra milhares de tentativas de invasão por semana. Além de paralisar serviços essenciais, esses ataques geram prejuízos financeiros, danos reputacionais e podem resultar em responsabilização com base na LGPD. A vulnerabilidade decorre de sistemas desatualizados, infraestrutura fragmentada e baixa cultura de segurança entre colaboradores.
Segundo Thais Fernandes, advogada do empresarial no Elias, Matias, é fundamental revisar contratos com fornecedores, reforçar cláusulas de segurança da informação e definir claramente responsabilidades em caso de incidentes, adotando políticas robustas de proteção de dados.
Com a LGPD impondo regras específicas para o tratamento de dados sensíveis, o setor de saúde precisa fortalecer sua governança e implementar medidas eficazes para prevenir ataques e responder rapidamente quando ocorrerem.